Hint Movie #94 *Shivá - Uma Semana e um Dia

6.9.17


Olá, olá pessoal!! Todos bem?!
O cronograma de assuntos aqui do blog vai mudar um pouquinho, e a partir de agora, às quartas o tema será Cinema. Vou trazer resenhas de filmes, falar sobre as estreias da semana e outras novidades. Então, nada melhor do que começar esse cronograma atualizado com a resenha de Shivá - Uma Semana e um Dia, premiado com o Troféu Fundação Gan no Festival de Cannes 2016 e Melhor Filme no Festival de Cinema de Jerusalém.



Ficha Técnica
Título Original: Shavua ve Yom
Lançamento: Agosto/2017
Direção: Asaph Polonsky
Roteiro: Asaph Polonsky
Produção: Naomi Levari e Saar Yogev
Duração: 98 min
Gênero: Drama / Comédia
Estúdio: Black Sheep Film Productions / Rabinovich Film Fund Cinema Project / Reshet Broadcasting
Distribuidora: Imovision
Música: Ran Bagno
Edição: Tali Helter-Shenkar
Elenco: Shai Avivi, Evgenia Dodina, Tomer Kapon, Sharon Alexander, Uri Gavriel entre outros.

Sinopse: Após a semana do Shivá, tradicional cerimônia judaica pós-luto, Eyal ainda lamenta pela morte de seu filho, mas sua esposa o incentiva a seguir a sua rotina. Ao invés disso, ele prefere fumar maconha com um jovem vizinho, e as viagens impulsionadas pelo consumo da planta o farão perceber que ainda existem coisas na vida que valem a pena ser vividas.

Trailer

Opinião: É diferente e interessante vermos filmes de outras nacionalidades que não as tão acostumadas americanas. Shivá - Uma semana e Um Dia é um longa israelense, que nos mostra um dia após o ritual judaico de luto de uma família. Eyal e Vick perderam seu filho e agora lutam para encarar a vida dali em diante. O que fazer? Como continuar? A perda de um ente querido é bem doloroso, ainda mais quando é alguém tão próximo como um filho.


Apesar do tema delicado, Shivá tem um clima leve e com tons de comédia. Mostrando o quão simples a vida é, e que podemos levar a dor conosco e ainda sim, seguir em frente. Eyal não consegue voltar a rotina de trabalho e acaba pedindo para que o filho (jovem) de seus vizinhos o ajude a enrolar um baseado. E a partir daí temos cenas dos dois, não apenas aprendendo coisas um com o outro, como a relação de pai-filho que Eyal talvez gostaria de ter com o seu próprio. Uma amizade gostosa e simples. Vick é mais centrada e apesar de também querer retornar ao trabalho (ela é professora em uma escola infantil), se dá conta de que também não está preparada e acaba relaxando um pouco em relação às atitudes do esposo.

Um filme simples, com os atores bem à vontade entre si, temos uma trama gostosa de assistir e sim, capaz de tirar risadas nos momentos certos. O interessante de filmes estrangeiros é poder desfrutar da naturalidade da atuação, da beleza colocada na tela em cenas simples e corriqueiras. Gostei bastante do relacionamento do casal, podemos identificar o sentimento entre eles, mesmo após anos de casamento e da dor passada. Do carinho e compreensão entre eles. 


A inclusão de Zooler (o vizinho "adolescente") talvez venha como o alívio da dor, uma peça importante na vida do casal, talvez mais na de Eyal. Quando os dois entendem o sentido da amizade e buscam a resposta nos caminhos mais improváveis. Com certeza, é sim, um filme que vale a pena assistir, e conhecer essa produção israelense, neutra, com seus tons simples mas que nos trazem o valor da família, da amizade.

Para quem mora em SP, Shivá está em cartaz no Reserva Cultural, na Paulista.



Até a Próxima!!!
Beijos!!!


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