Hint Book #59 *A Menina Que Roubava Livros

17.4.13


Olá, olá ...
Bom dia a todos! Como estão?!
Mais uma quarta feira iniciando e nada melhor do que algumas dicas de livros!! Hoje trago a resenha de um livro bem interessante, talvez de um ponto de vista não muito abordado. Uma narração emocionante e gostosa de ler ... deixo vocês então com a minha opinião sobre o livro A Menina Que Roubava Livros!


Ficha Técnica
Título Original: The Book Thief
Autor: Markus Zusak
Editora: Intrínseca
Páginas: 382
Gênero: Ficção
ISBN: 9788598078373

Sinopse: A trajetória de Liesel Meminger é contada por uma narradora mórbida, surpreendentemente simpática. Ao perceber que a pequena ladra de livros lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. Traços de uma sobrevivente: a mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los por dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. O único vínculo com a família é esta obra, que ela ainda não sabe ler. Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a conivência do pai adotivo, um pintor de parede bonachão que lhe dá lições de leitura. Alfabetizada sob vistas grossas da madrasta, Liesel canaliza urgências para a literatura. Em tempos de livros incendiados, ela os furta, ou os lê na biblioteca do prefeito da cidade. A vida ao redor é a pseudo-realidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança. Teme a dona da loja da esquina, colaboradora do Terceiro Reich. Faz amizade com um garoto obrigado a integrar a Juventude Hitlerista. E ajuda o pai a esconder no porão um judeu que escreve livros artesanais para contar a sua parte naquela História. A Morte, perplexa diante da violência humana, dá um tom leve e divertido à narrativa deste duro confronto entre a infância perdida e a crueldade do mundo adulto, um sucesso absoluto - e raro - de crítica e público.


Opinião: A sinopse do livro já nos explica bastante coisa, por isso não vou me ater a fazer um resumo do livro, e sim tentar expor mais a minha opinião. Demorei algumas semanas para terminar a leitura desse livro, mas posso dizer que não foi por falta de interesse, desde a primeira página gostei bastante da leitura, mas não sei porque tive dificuldade no meu ritmo de ler. Markus nos conta um pouco da vida de Liesel Meminger, uma criança que é deixada pela mãe para uma família alemã e que perde seu irmão mais novo a caminho dessa nova vida. Apesar da relutância da menina em ficar na nova casa, aos poucos ela começa a se afeiçoar pelos novos pais, e começa a frequentar a escola local e fazer amizade com alguns meninos da sua rua.

A narração é contada em terceira pessoa, mas não pelo autor, e sim por uma outra personagem, que tem uma visão bem completa de muitas coisas: A Morte! Pode parecer um pouco mórbido, mas aprofundando-se na leitura, vemos que é uma visão bem interessante e até um pouco emotiva. Eu costumo dizer que sou uma pessoa não muito sensível, e não consigo chorar muito com livros, mas apesar disso, consigo (às vezes rs) perceber a emoção da estória  e consigo sentir essa emoção. E foi o que aconteceu com esse livro. Eu já estava curiosa para lê-lo há muito tempo, e conforme ia lendo queria muito saber como continuava cada capítulo, cada página.

O livro é divido em 10 partes, e se passa na época em que Hitler começou a conquistar seu espaço na Alemanha, entrar em guerra com a Rússia, e separar os judeus da sociedade alemã. Não é uma leitura difícil, apesar de conter várias palavras e termos em alemão, o próprio autor se preocupou em traduzi-los durante os diálogos. O livro conta praticamente a infância toda de Liesel, um pouco antes, durante a guerra contra a Rússia, e um pouco depois. E única coisa que me incomodou foi o fato de durante a narração, vários pontos foram abordados bem devagar, com calma, mostrando várias cenas e pensamentos, e para terminar o livro ele simplesmente terminou, bruscamente, sem grandes detalhes, como ele detalhou praticamente no livro todo. Ficou como "É isso?! Só?! Assim?!"

Acho que ele poderia ter explorado um pouco mais o final. Não deixou de ser um livro bem emotivo, principalmente pela visão da criança, a vida de uma criança e de suas famílias naquela época não era muito fácil, e temos uma base com A Menina que Roubava Livros. Achei interessante como ela se tornou "ladra de livros" e o que a impulsionava a continuar. A amizade dela com Rudy, muito tocante também. E claro, o sentimento que cresceu entre ela e os pais adotivos, com certeza para a época, foi de muito amor.
"Quando a Morte conta uma história, você deve parar de ler."
Vocês já tiveram a oportunidade de ler esse livro?! Deixem suas opiniões :)


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Até a próxima!
Beijos!




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