Vida de Artista #7 *Diana Ross

15.2.13


Olá pessoal!! Eu de novo, Suellen! Hoje estou aqui para falar de Diana Ross! Com seus cabelos rebeldes, mais conhecidos do mundo, ela é uma das cantoras mais conhecidas de sua época e, sem dúvida, uma das artistas que mais inspiraram a cena black music internacional...







Diane Ernestine Ross nasceu dia em 26/março/1944 em Detroit, Michigan. Filha do operário “Fred Ross” e da professora “Ernestine Earle Ross”, Diana é a segunda dentre seis irmãos, três mulheres e três homens. 

Formou junto com “Mary Wilson”, “Florence Ballard” e “Barbara Martin” um grupo chamado “The Primettes”, em 1959. Depois de assinarem com a gravadora “Motown” em 1961, o nome do grupo foi mudado para “The Supremes”, em 1963. Posteriormente, em 1967, tornaram-se “Diana Ross and the Supremes”. Durante este período, atingiram por 12 vezes o primeiro lugar nas paradas de sucesso norte-americanas. 

Em janeiro de 1970 “Diana Ross” deixou o grupo e partiu para carreira solo, fez sucesso especial com a canção “Ain't No Mountain High Enough”. Estrelou também um filme sobre a vida de “Billie Holliday” chamado “Lady Sings the Blues”, onde recebeu o prêmio pela trilha sonora. Em 1973, gravou um álbum com “Marvin Gaye” intitulado “Diana and Marvin”, com o destaque para “My Mistake”. Em 1975 novamente participou em um filme, “Mahogany”, e seu tema musical “Do You Know Where You're Going To” chegou ao primeiro lugar. 

De 1976 a 1980, gravou também sucessos como “Love Hangover”, “What You Gave Me”, “The Boss” e “It's My House”, de “Ashford & Simpson”; e “Upside Down”, “I'm Coming Out” e “My Old Piano” da dupla “Nile Rodgers e Bernard Edwards”. 

Em 1981, fez um dueto romântico com “Lionel Richie” em “Endless Love”, último sucesso que ela obteve pela gravadora “Motown”. Posteriormente assinou com as gravadoras “Capitol” e “RCA” e depois da queda na vendagem de seus discos, no início dos anos 90, retornou à “Motown”. Foi nos anos oitenta também, que Diana gravou uma de suas melhores músicas, Missing You, em homenagem ao seu amigo Marvin Gaye, assassinado pelo pai na véspera de seu aniversário de 45 anos.


Diana teve duas filhas com o divulgador musical “Robert Ellis Silberstein”, dois filhos com o executivo norueguês “Arne Naess Jr”, morto em 2000 e uma filha com o fundador da “Motown”, “Berry Gordy”. Em 2003, esteve internada numa clínica para dependentes de álcool e drogas. No início 2004, foi presa ao ser flagrada dirigindo na contramão em estado de embriaguez. Diana Ross foi considerada pela revista americana “Billboard” e pelo livro “Guinness” como a principal artista feminina do século emplacando 18 “singles” em primeiro lugar; doze com “The Supremes” e seis em carreira solo. As vendas de seus álbuns já ultrapassaram a marca de 100 milhões de cópias. 

Diana também foi incluída no testamento de seu amigo Michael Jackson em função da guarda dos filhos na ausência de Katherine Jackson, mãe de Michael. Esse fato foi questionado pela imprensa, mas Diana era considerada a segunda mãe de Michael e por isso ele sempre a teve em grande consideração. Aliás os Jackson 5 foram apresentados ao grande público justamente por Diana Ross, e no início a banda morou com ela por um tempo com uma espécie de "estágio musical", de repente foi daí a eterna gratidão e amizade de Michael Jackson com a cantora.

Diana sem dúvida entra na minha lista de favoritos por sua atitude e estilo musical. Primeira vez que ouvi e vi Diana foi em um clipe das Supremes da música "You can't hurry love", amei! Depois fui descobri que o grupo já não existia mais, e Diana fazia carreira solo. Amei muito também. Há um filme chamado "Dreamgirls", dizem as más línguas que esse filme retrata a história de Diana e as Supremes e ainda,  reza a lenda que Aretha Franklin fez parte das Supremes também, só que foi banida por seu comportamento, já que ela era a cantora principal e depois foi substituída por Diana. O filme é bastante interessante, apesar da atuação de Beyoncé como no papel principal. Eu não sei dizer se é verdade, mas pela forma que a história foi retratada e os trejeitos da Diana que Beyoncé imitava (pelo menos tentava imitar), me pareceram a verdadeira história...mas vale assistir e ficar com a pulga atrás da orelha....

Bom pessoal semana que vem tem a rainha do rock and roll: TINA TURNER!!!! Até lá!!!!





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