Tempo de trocarmos experiências

12.4.11

Olá pessoal tudo bom, desculpem estar chegando com essa notícia assim um tanto que atrasada, mas garanto que o tempo que ainda temos de festival e muito interessante e vai ser muito bom para quem for, como sempre é bom podermos trocar experiências e aprendermos cada vez mais, é nosso 8. Fórum Internacional de Dança do estado de São Paulo




O 8º Fórum Internacional de Dança do Estado de São Paulo, realizado pela Virtual Companhia de Dança com o apoio do Sesc e de prefeituras da região de Rio Preto, inicia hoje a segunda das três etapas previstas até 1º de maio. Depois de uma semana de apresentações de espetáculos nacionais e internacionais, concentrados em Rio Preto e São Paulo, é a vez de dar início a dois projetos paralelos de residências criativas na cidade sede. 
O objetivo é promover trocas de conhecimentos entre artistas locais e do exterior. Um deles reunirá Guillermo Ceballos, de Córdoba, na Argentina, e Gerrah Tenfuss, de Rio Preto. O outro estreitará os laços entre a Compagnie Irene K, de Eupen, na Bélgica, Carol Campos e Maibi Rodrigues, de Rio Preto, e Leandro Souza de Oliveira, de Salvador (BA). 
“Durante esses processos artísticos, cada grupo deverá pensar uma ação em dança. Essa ação é livre e pode apresentar resultados diversos, desde uma conversa até uma produção cênica”, explica o coordenador do evento, Marcelo Zamora. 
Neste primeiro momento, que terá duração de duas semanas, as discussões serão feitas em espaços públicos rio-pretenses. Uma residência similar deve ser feita no exterior, no segundo semestre. E, por último, o resultado será revelado na programação da 9º edição do evento e no 6º Festival Internacional Vivadança, na capital baiana. 
A iniciativa promete preencher uma lacuna importante da programação. Por um lado, os espetáculos de dança ainda não têm um forte apelo popular no Interior, como ocorre com os de teatro, por exemplo, que atraem multidões para sessões lotadas durante o Festival Internacional de Teatro (FIT). Por outro, essas experiências criativas entre os próprios fazedores de arte devem abrir caminhos indiretos para a formação de público e colocar a produção da cidade em evidência. 
O formato, sem regras delimitadas, tem agradado os participantes. Para Carol Campos, da Com-Tato, a ideia é interessante por abrir espaço para análise da bagagem de todos, valorizando características individuais. Ela admite que pesquisou informações sobre o grupo belga, mas ainda não manteve contato com os artistas europeus. “Ainda não sei o que esperar. Prefiro não formar pré-conceitos”, resume, sobre suas expectativas. 
Tenfuss, da BlackBerries Wilted Company, conheceu Ceballos pela internet e conversou com ele pessoalmente na sexta-feira. Segundo o ator, que estudou o butô (dança japonesa), o módulo é válido e segue a tendência da cena contemporânea. “Cada vez mais, as grandes companhias participam de intercâmbios. O fato de proporcionar encontros interdisciplinares entre os gêneros também é muito atual. O processo de criação surge do caos.” 

Parceria 
Em 2011, a organização do festival paulista formalizou uma parceria com o Festival Internacional Vivadança, que ocorre no mesmo período, em Salvador (BA), pelo quinto ano. De acordo com Zamora, percebeu-se ainda em 2010 que alguns convidados internacionais estavam nas duas programações. 
“Foi uma coincidência que nos fez entrar em contato e começar a pensar nos anos seguintes.” Desse modo, a curadoria de alguns espetáculos foi dividida. Também são compartilhadas ideias e gastos com despesas de passagens de companhias estrangeiras, cachês, entre outras negociações. 
A Virtual Companhia de Dança representa Rio Preto entre os baianos neste fim de semana, com apresentações de seu recente “Diálogos Sobre Nijinsky” (espetáculo maravilhoso para bailarinos que querem novos desafios e metas a alcançar). O espetáculo foi apresentado em Votuporanga, no dia 1º, para lançar a grade do fórum. A ideia é que em 2012 o intercâmbio de produções entre as duas cidades se torne ainda mais frequente.


‘Cereja do bolo’ a caminho
A terceira parte do 8º Fórum Internacional de Dança do Estado de São Paulo deve funcionar como a “cereja do bolo” do evento, com mais cidades contempladas e mais companhias famosas na grade. Entre os dias 22 de abril e 1º de maio, serão retomadas as apresentações ao público não só de Rio Preto e São Paulo, mas também de Votuporanga, Fernandópolis, Tanabi e Monte Aprazível. 
Estão previstas duas estreias nacionais: “Paraíso Perdido”, do Balé da Cidade de São Paulo, com sessões nos dias 22 e 23, às 20 horas, no Teatro Municipal “Humberto Sinibaldi Neto”, e “Paranoia”, da Companhia de Danças de Diadema, que sobe no palco no dia 28, no mesmo horário e local. 
A montagem do Balé da Cidade é baseada nas pinturas de Hieronymus Bosch, que retratam cenas de tentação. São 36 bailarinos, coreografados pelo grego Andonis Foniadakis. Guilherme Bonfanti assina a lux, e Alexandre Herchcovitch, o figurino. 
O outro trabalho, coreografado por Ana Botosso, foi criado a partir de um livro homônimo do poeta paulista Roberto Piva, lançado originalmente na década de 1960, com versos sobre homossexualismo, marginalidade e desigualdade social. Outro nome aguardado é o da Raça Companhia de Dança, de São Paulo, que encerra as atividades do evento com “Cartas Brasileiras”.  
O grupo sobe ao palco do Teatro Municipal “Humberto Sinibaldi Neto”, em Rio Preto, no dia 30, às 16 e 20 horas, e do Centro de Convenções “Jornalista Nelson Camargo”, em Votuporanga, no dia 1º de maio, às 16 e 19 horas. A companhia traduz em linguagem cênica uma coletânea de correspondências de amigos e familiares em forma de poesia, de diversas gerações. 



Bem pessoal por hoje este é o recado, peço perdão pela simplicidade do post, mas minha internet não esta muito boa, então estou sendo rápido para poder terminar.
Abraços e até semana que vem!!!!!


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